Exposição Jardines Impresionistas – Thyssen

Jardines impresionistas_Thyssen (clique para baixar a apresentação em .pps dessa magnífica exposição: “jardinesimpresionistas” de 16 de novembro de 2010 a 13 de fevereiro de 2011 no Museo Thyssen. Uma parceria com a Fundação Caja Madrid.

Façam uma visita virtual:  http://www.museothyssen.org/microsites/exposiciones/2010/Jardines-impresionistas/vv/index.htm

O Museu Thyssen e Fundação Caja Madrid volta seu olhar para o Impressionismo. Mas desta vez abordando sobre o assunto de sua paixão por jardins, uma das regiões mais inexploradas dos impressionistas, mas curiosamente pouco estudados em amostras que têm dedicado. Por este motivo, organizou a exposição com 130 obras dos mestres do grupo (Manet, Monet, Renoir, Pissarro, Sisley precursores …), com artistas (Delacroix, Corot, Millet e Bazille, entre outros) e a primeira hora pós-impressionistas (Van Gogh, Nolde, Munch, Klimt, Bonnard, mas também espanhol Sorolla y Regoyos), incluindo alguns nomes-chave na linha de frente como Ernst e Malevich … Desde a década de 1860, os jardins eram muito populares na França. A introdução e circulação de centenas de espécies de plantas e flores “novo” da Ásia, África e América, bem como a abertura ea abertura do primeiro Royal Parks, estimulou um grande “movimento de horticultura”. Cultivar e desfrutar as flores em um jardim de decoração e de lazer tornou-se um passatempo favorito desde meados do século XIX, que não escapou ao grupo de pintores impressionistas, muitos partilhavam este hobby, (Monet, Calleibotte, Guillaumin) troca de dicas de jardinagem e experiências, e criar seus próprios “jardins do artista.” Com seu gosto pela cor, trabalho ao ar livre, os efeitos de luz e de temas da vida moderna, os impressionistas e seus seguidores levavam flores naturais, parques e jardins como motivo de arte e frequente fonte de inspiração. O jardim pode ser uma área de lazer, uma área que compreende de privacidade, de um lugar para criar beleza com plantas, mas também pode ser uma vingança da natureza como um elemento produtivo. Daí a atenção para o jardim, o local de cultivo, especialmente interessado em Pissarro, “o pintor das couves”, que gostava de pintar os jardins e os agricultores de trabalho, ele apreciava mais do que o burguês passeando por sua decoração do jardim.

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Sobre Sabino

Aproximei pelo que vi, permaneci, ou não, pelo que descobri.
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